Extra! Extra! Brasileiro prende ladrão de calcinhas no Japão

29 05 2008

É uma reclamação comum que grande parte das notícias de brasileiros no exterior costumam estar relacionadas com criminalidade. E do lado oposto ao da lei. Por isso vamos dar uma salva de palmas a James Luiz Lima Sugahara, que fez bonito com a imagem brazuca no Japão, ao prender dentro de uma cabine telefônica um ladrão de calcinhas que aterrorizava a sua vizinhança.

Por mais que seja engraçado por aqui, o roubo de roupas de baixo é um crime relativamente comum no Japão. Ouvi que é uma recomendação básica aos recém-chegados não colocar cuecas ou calcinhas dando sopa secando perto da janela. A obsessão do povo do sol nascente vai ao ponto de existir lojas especializadas na venda de calcinhas usadas. Não estou certo se eles vendem as pequenas afanadas. Até onde sei esse tipo de crime é para, digamos, consumo próprio.

Confira no link abaixo a matéria completa no site do jornal Tudo Bem. Vale dar uma olhada ao menos pela foto impagável do nosso herói sendo homenageado pela polícia em uma cerimônia. Também, o ladrão apareceu na casa vizinha à da mãe de Sugahara. Há de se concordar que qualquer um faria o mesmo.

http://tudobem.uol.com.br/2008/05/30/brasileiro-prende-ladrao-de-calcinhas-no-japao

por Solari





Extra! Extra! O Estilingão: porque São Paulo ainda não era feia o bastante

13 05 2008

Agora que os cariocas não param nunca mais de encher o nosso saco…

Me desculpe. Mas meus sentidos estéticos embrutecidos não conseguem captar a beleza que alguns enxergam no recente “cartão postal” de 138 metros inaugurado no dia 10 de maio: a ponte Octávio Frias de Oliveira, ou “Estilingão”, apelido carinhoso dado pelas 8500 famílias que serão despejadas realocadas da favela proxima à ponte.

Quando você acha que o Borba Gato é o limite alcançável à feiúra, algum gênio do mal concebe essa verdadeira ode à falta de estética. Alô? Arquitetos do Brasil? CONCRETO ARMADO NÃO É BONITO! Muito menos um “X” de concreto armado com 138 metros de altura que parece que ficou preso numa teia de aranha.

Eu não sou nenhum engenheiro, mas é mesmo preciso esse monte de firula e cabo para transpor uma calha d’agua metida a besta como o rio Pinheiros? Por que raios todas as outras pontes do rio fazem esse serviço muito bem obrigado e ali foi preciso despejar 260 milhões de reais?

Ano de eleição é mesmo uma maravilha. Quem freqüenta a avenida Paulista sabe como esse ano bateu uma baita vontade de mostrar serviço na prefeitura da cidade nas reformas de ruas e calçadas. Não era esse tipo de populismo que o PSDB tinha criticado na Marta nas últimas eleições? Pois é…

E por último, já dava para ter caído a ficha que essa cultura do automóvel não pode mais ser sustentada. Ficar construindo via atrás de via (como trechos da marginal de 7 pistas, legado do doutor Paulo…) é o equivalente urbanístico de empurrar a sujeira pra debaixo do tapete.

Enfim, não costumo falar muito de política, mas abro uma exceção quando o assunto é ridículo o bastante para ser satirizado. Leia mais sobre a ponte nessa excelente matéria do blog de ciclismo CicloBR.

por Solari





Extra! Extra!: A Fuga de Gyodai

28 04 2008

Interrompemos a programação normal do Depressão pós-cafeína para trazer um furo sobre a biografia de Gyodai: o episódio “A Fuga de Gyodai”, no qual nosso intrépido herói corre o mundo em busca de um amigo verdadeiro.

Infelizmento o áudio da terceira parte não está sincronizado, mas também convenhamos que isso aqui não é exatamente Shakespeare. Dá pra entender mais ou menos o que acontece.

Em nome do Depressão gostaria de agradecer aos leitores Paula e César por nos contar desse lado mais lírico do nosso querido Gyodai. Vale assistir ao menos pela atuação particularmente tocante quando Gyodai tenta buscar um amigo em seu reflexo na água. Ou quando os integrantes do Esquadrão Relâmpago Changeman se fantasiam de Gyodais para acalmar o pobre montro espacial. Juro pra vocês.

Assista e eu garanto que serão os 18 minutos mais bizarros do seu dia. Se não for… bem, a sua vida deve ser bem esquisita.

por Solari